Faeces prepara mudança de nome para abrigar novos instituidores

A Fundação Assistencial dos Empregados da Cesan (Faeces), que tem como patrocinadora a empresa de saneamento do Espirito Santo, está repleta de novidades para 2020, quando completa, em abril, 25 anos de sua fundação. Uma delas é a mudança de nome, ainda em fase de estudos para posterior aprovação das instâncias competentes. Isso porque a EFPC se prepara para iniciar neste ano a administração de novos planos, tanto instituídos como no modelo família, para parentes até o quarto grau dos participantes. No caso dos instituidos, explica Luiz Carlos Cotta, presidente do fundo de pensão, estarão no radar da Faeces tanto as entidades de classes regionais como também os municipios do Espirito Santo sem o porte necessário para criar a sua própria fundação.

“Entendemos que a mudança de nome é importante, já que vamos começar a administrar planos de previdência não mais apenas para os empregados da Cesan”, diz Cotta. Para iniciar os contatos com potenciais interessados em ter os planos administrados pela Faeces, a entidade aguarda as devidas aprovações dos órgãos reguladores, que Cotta espera que ocorra até abril, para coincidir com o aniversário da EFPC, no dia 25 daquele mês.

Rentabilidade – No que tange aos investimentos, em 2019 a Faeces cumpriu com folga sua meta atuarial. No plano de Benefício Definido (BD) o retorno foi de 16,63%, enquanto no de Contribuição Variável o ganho foi ainda maior, de 17,09%, contra uma obrigação de 9,21% em ambos.

A renda variável, com 15% de participação na carteira, somada aos títulos públicos de longo prazo, que se beneficiaram do fechamento da curva de juros, foram os principais responsáveis pelo bom desempenho no ano passado. O segmento de estruturados, em que a EFPC possui uma parcela de 12% em FIPs, também foi muito bem. Os fundos de investimento em participações da Faeces, que reunem ativos florestais e de infraestrutura, entregaram um retorno de 18,57% em 2019.

Para 2020, a entidade pretende ampliar a fatia em ações de 15% para 20% e estrear a alocação no exterior, com a intenção de chegar em dezembro com uma parcela de 8% dos recursos alocados fora do país.

*Leia mais sobre os planos da Faeces para os próximos meses na edição n° 322 da revista Investidor Institucional


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