Para Icatu, crédito privado com gestão ativa está no foco dos investidores

Engana-se quem acha que a migração da renda fixa para a renda variável é a única estratégia no horizonte dos investidores. Segundo o sócio e CEO da Icatu Vanguarda, Bernardo Schneider Oliveira, também o crédito privado com gestão ativa está no foco dos investidores.

“Trata-se, dentro da renda fixa, de uma migração de produtos mais conservadores para produtos mais sofisticados. Falo de fundos de crédito privado com gestão ativa, por exemplo”, diz o executivo, que tem sob a sua batuta R$ 26 bilhões de ativos para gerir dos mais variados clientes.

Ele explica que uma fundação pode solicitar a troca de uma posição de NTN-B com vencimento em 2024 por papéis com remuneração 1% acima do título original. “O que fazemos é buscar ativos de crédito privado como debêntures, FDICS, notas promissórias, entre outros, que possam garantir este ganho a mais solicitado”, acrescenta.

Além de Bernardo Schneider, o time empregado pela Icatu para fazer essa análise conta com nove profissionais qualificados, com dedicação exclusiva. “Temos 17 anos de vida e fizemos um investimento grande nesta área, avaliamos cerca de 150 emissores de crédito privado em média”. Para ele, o segredo está em uma equipe dedicada, “análise e crédito é em última instância homem hora trabalho, até porque nossos critérios são muito rigorosos”.


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